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MANUTENÇÃO
E UTILIZAÇÃO DO IMÓVEL
3.1. Introdução
Não seria exagero dizer
que o homem criou os edifícios, até certo ponto, à
sua imagem e semelhança.
· Assim como
o ser humano tem Esqueleto, os edifícios têm
Estrutura.
· Assim como o ser humano tem Musculatura, os edifícios
têm Alvenaria.
· Assim como o ser humano tem Pele, os edifícios
têm Revestimentos.
· Assim como o ser humano tem Sistema Circulatório,
os edifícios têm Instalações Hidráulicas
e Elétricas.
Da mesma forma que os indivíduos,
também as edificações, em certas circunstâncias,
"adoecem" por fatores internos, externos ou pela natureza.
Fatores internos,
ou endógenos, decorrem de deficiências de projeto ou
execução da obra, falhas de utilização
ou de sua deterioração natural, pelo esgotamento de
sua vida útil, ou seja, por fatores inerentes ao próprio
imóvel.
Fatores externos,
ou exógenos, decorrem de ações impostas por
fatores produzidos por terceiros, não previstos quando da
execução da obra, ou seja, provocados por ações
voluntárias ou involuntárias.
Fatores da natureza,
decorrem de forças não provocadas diretamente pela
ação humana, previsíveis ou não, mas
das quais o homem não exerce controle.
A durabilidade e o desempenho
dos diversos materiais e equipamentos instalados numa edificação
dependem de uma série de fatores contudo, esse desempenho
costuma, natural e previsivelmente, decair ao longo do tempo, havendo
necessidade de manutenções periódicas a fim
de estabelecer ou preservar o nível satisfatório portanto,
não esqueça de seguir a risca todas as recomendações
contidas neste manual.
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3.2 Infra-Estrutura (Fundações)
As fundações
podem ser definidas como o conjunto de elementos responsáveis
pela transmissão dos esforços ao solo (apoio).
3.2.1 Descrição
do Sistema
De acordo com o tipo de solo
e o montante de carga que irão receber da estrutura, as fundações
podem ser classificadas em duas categorias: diretas (ou rasas)
e profundas.
As fundações diretas ou rasas são aquelas
executadas imediatamente abaixo dos baldrames, aí compreendidas
as sapatas, os radiers e também as "brocas" (reforços
de natureza empírica feitos em baldrames).
As fundações profundas são, em geral,
executadas com intervenção de equipamentos ou de equipes
especializadas, aí compreendidas vários tipos de estacas
e os tubulões.
As fundações são elementos de fundamental importância
na estabilidade dos edifícios, respondendo por boa parte
dos aspectos relacionados à solidez e segurança dos
mesmos.
Em edifícios dotados de sub-solos ou regiões com topografia
acidentada, integram o conjunto as estruturas auxiliares
denominadas contenção de confrontantes. Estando
normalmente em contato direto com o solo, resistem basicamente às
forças horizontais da terra e das águas subterrâneas.
Essas estruturas auxiliares são constituídas de muros
de arrimo de vários tipos, como por exemplo, parede diagrama
e cortinas em concreto armado + perfis metálicos.
As contenções de confrontantes, quando necessárias,
são também elementos de fundamental importância
na segurança dos usuários dos edifícios.
3.2.2 Prazos de Garantia
Fundações
Defeitos que comprometam a solidez ou segurança da edificação
- 5 anos
3.2.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· Não é
necessário manutenção para as fundações,
entretanto cabe observar que nunca deverá ser aberto quaisquer
tipos de buracos ou perfurações próximos aos
pilares do sub-solo.
· Ninguém está autorizado a executar reformas
ou alterações no sub-solo e drenagem sem o prévio
conhecimento da CONSTRUTORA ou de seu ENG.RESPONSÁVEL.
· Realizar inspeções mensais em todas as caixas
de passagem (ralos) situadas no piso do sub-solo para verificar
a existência de material arenoso em seu interior. Essa areia
é proveniente de infiltrações não previstas
através das mantas de filtragem do sistema, que podem se
deteriorar com o tempo. É importante que se retire esse material
a fim de evitar entupimentos na tubulação.
· O reservatório das águas de drenagem também
deverá ser inspecionado periodicamente e limpo, se necessário,
para não ocorrer qualquer danificação das bombas.
3.2.4 Perda da Garantia
· Se forem alterados
ou retirados quaisquer elementos estruturais com relação
ao projeto original.
· Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas e paredes
além dos limites normais de utilização previstos.
· Se não forem tomados os cuidados de uso indicados.
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3.3 Super-Estrutura (Estrutura)
As estruturas, em que pese
a sua aparente rigidez (imobilidade), caracterizam sempre sistemas
com certo grau de movimentação (deformabilidade).
Nesse sentido, os "imóveis" são,
na realidade e internamente, "parcialmente móveis",
deformando-se dentro de um nível natural, devido às
forças induzidas pela gravidade ou por outros elementos da
natureza.
As forças induzidas pela gravidade são verticais
(ocorrem no sentido de cima para baixo), compreendendo o peso próprio
das estruturas, das alvenarias, dos revestimentos e as cargas decorrentes
do uso do imóvel, como os pesos dos imóveis, dos objetos,
das pessoas, etc.
Já as forças
produzidas pelos elementos da
natureza, tais como os ventos, a terra e a água, são
difusas (ocorrem em várias direções).
A atuação conjunta de todas as forças acima
citadas introduz sempre, em maior ou menor extensão, deformações
nos sistemas estruturais.
3.3.1 Descrição
do Sistema
Quanto às estruturas
propriamente ditas, pode-se dizer que existem dois tipos de sistemas
básicos: o sistema reticulado e o autoportante.
No sistema reticulado a transferência de todas as cargas
atuantes para as fundações, quer através dos
pisos, quer pelos painéis de alvenaria (paredes), é
feita através de elementos lineares denominados de vigas
e pilares.
Viga é uma peça linear, cujo carregamento principal,
advindo da laje, distribui-se, também igualmente, para os
pilares.
Pilar é uma peça linear, cujos carregamentos
principais provenientes das vigas são nele concentrados e
distribuídos para as fundações.
No sistema autoportante uma parte ou toda alvenaria transmite
diretamente as cargas recebidas para as fundações.
Qualquer modificação ou remoção de paredes
nesse sistema precisa ser precedida de consulta ao construtor ou
ao projeto. Tenha cautela.
Em ambos os sistemas, o elemento estrutural que recebe a ação
direta das cargas devidas ao uso são as lajes.
Lajes são peças planas, cujo carregamento principal
é aplicado ao longo de sua superfície.
Edifícios de vários pavimentos são em geral
mais freqüentemente construídos em sistemas reticulados,
embora também existam, na prática brasileira, edifícios,
altos em sistema autoportante.
Por outro lado, casas e pequenos edifícios de até
dois pavimentos, com muita freqüência, são construídos
em sistema autoportante, embora também possam sê-lo
em sistemas reticulados.
Se você não souber identificar qual o sistema empregado
em seu imóvel, consulte um engenheiro, arquiteto ou seu construtor.
3.3.2 Prazos de Garantia
Estrutura
Defeitos que comprometam a solidez ou segurança da edificação
- 5 anos
3.3.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· À princípio
não necessita de manutenção.
· Nenhum elemento estrutural (pilares, vigas ou lajes) poderá
ser alterado, danificado ou sobrecarregado.
· Nunca perfure, mesmo que para fixação de
elementos decorativos, quaisquer destes elementos.
· Em caso de reforma posterior à ocupação
do edifício, consulte sempre a CONSTRUTORA ou seu ENG.RESPONSÁVEL,
para evitar sobrecargas e riscos estruturais desnecessários.
· Se por ventura houver dano no concreto e alguma armação
ficar exposta, imediatamente esta deverá ser limpa com escova
de aço e pintada com duas demãos de tinta anti-corrosiva
(tipo Zarcão), lavar o vão de concreto com água
limpa, não deixando qualquer poeira ou partícula,
pincelar tanto o concreto como o aço com nata de cimento
(água e cimento portland) e preencher o vão com argamassa
de cimento e areia.
· Qualquer anomalia que apareça, contactar imediatamente
a CONSTRUTORA ou seu ENG.RESPONSÁVEL.
· Nunca deixe curiosos ou pessoas não habilitadas
solucionarem o problema.
3.3.4 Perda da Garantia
· Se forem alterados
ou retirados quaisquer elementos estruturais com relação
ao projeto original.
· Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas e paredes
além dos limites normais de utilização previstos.
· Se não forem tomados os cuidados de uso indicados.
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3.4 Paredes (Alvenaria e Revestimento)
3.4.1 Descrição
do Sistema
As paredes têm como
finalidade a vedação da edificação.
Em seus elementos de vedação, podem estar embutidas
as tubulações hidráulicas, elétricas
e de gás. As paredes podem ser feitas de alvenaria, dry-wall
ou outro sistema construtivo. A Pred Center usa normalmente paredes
de alvenaria.
A alvenaria pode ser
definida como um componente da obra construído através
da união entre tijolos ou blocos por juntas de argamassa,
formando um conjunto rígido e coeso.
A palavra alvenaria deriva do árabe al-bannã: aquele
que constrói (bannã significa construir).
Quando é empregada apenas com funções de vedação
(e/ou fechamento/divisão de ambientes) chama-se alvenaria
de vedação.
O revestimento de argamassa aplicado sobre a alvenaria é
composto, normalmente, por cimento, cal, areia, aditivos ou adições
e água, e sendo também uma das partes integrantes
da vedação, apresenta importantes funções,
tais como:
· Proteger os elementos de vedação (tijolos
e blocos) da ação direta dos agentes agressivos;
· Auxiliar as vedações quanto ao isolamento
termoacústico e a estanqueidade à água e aos
gases;
· Regularizar a superfície dos elementos de vedação,
servindo de base regular e adequada ao recebimento de outros revestimentos
ou constituir-se no acabamento final;
· Contribuir para a estética das fachadas.
Em edifícios altos,
em particular, é comum o aparecimento de fissuras e trincas
nas paredes dos andares mais altos devido a ação do
vento sobre a estrutura.
É comum, também, em qualquer edificação,
o aparecimento de fissuras e trincas.
Fissura é uma abertura em forma de linha que aparece
na superfície de qualquer material sólido, proveniente
de ruptura sútil de parte de sua massa, com espessura de
até 0,5 milímetro.
Trinca é uma abertura em forma de linha que aparece
na superfície de qualquer material sólido, proveniente
de evidente ruptura de parte de sua massa, com espessura de 0,5
milímetro até 1,0 milímetro.
Quando há maior flexibilidade no sistema reticulado, podem
surgir as rachaduras e as fendas, ambas de maior extensão,
se comparadas às fissuras e trincas, recomendando-se uma
consulta junto à construtora, engenheiro ou arquiteto.
Rachadura é uma abertura expressiva que aparece na
superfície de qualquer material sólido, proveniente
de acentuada ruptura de sua massa, podendo-se "ver" através
dela e cuja espessura varia de 1,0 milímetro até 1,5
milimetro.
Fenda é uma abertura expressiva que aparece na superfície
de qualquer material sólido, proveniente de acentuada ruptura
de sua massa, causando sua divisão em partes separadas com
espessura superior a 1,5 milimetro.
Obs.: Os materiais utilizados
na estrutura, alvenaria e revestimento das paredes são de
naturezas diversas, possuindo diferentes coeficientes de elasticidade,
de resistência e dilatação térmica. Assim
sendo, diante de variações bruscas da temperatura
ambiente, da acomodação natural da estrutura causada
pela ocupação gradativa do edifício, bem como,
quando submetidos às cargas específicas, podem se
comportar de forma diferente, o que poderá eventualmente
acarretar o aparecimento de fissuras (pequenas rupturas) localizadas
no revestimento das paredes, fato este que NÃO compromete
de forma alguma a segurança da edificação.
No caso de paredes internas, são consideradas aceitáveis
e normais, as fissuras não perceptíveis à distância
de pelo menos 1 metro.
Com relação às paredes externas, as eventuais
fissuras que surgirem e não provocarem infiltração
para o interior da edificação são consideradas
aceitáveis e normais.
3.4.2 Prazos de Garantia
Paredes internas
Fissuras perceptíveis a uma distância superior a 1
metro - 1 ano
Paredes externas
Fissuras que possam vir a gerar infiltração - 3
anos
Nota : as fissuras que não
geram infiltração são consideradas normais,
aceitáveis e deverão ser tratadas pelo condomínio
quando do processo de manutenção preventiva da edificação.
3.4.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· Nunca utilize pregos
para a fixação de quadros, painéis ou quaisquer
elementos, pois causam danos na argamassa de revestimento e na própria
lajota. Sempre que for necessário algum tipo de fixação,
utilize buchas e parafusos, com furação feita com
furadeira elétrica e broca para concreto na bitola da bucha.
· Antes da furação verifique se não
há possibilidade da passagem de tubulação hidráulica
ou elétrica pelo local. Em caso de dúvida, consulte
o zelador e, se a mesma persistir, consulte a construtora.
· Nunca perfure próximo a tomadas, interruptores,
quadros de luz e caixas de passagem.
· Nunca perfure em áreas próximas a torneiras,
registros ou louças sanitárias.
· Também não é aconselhável a
fixação em paredes de elementos com peso elevado,
pois pode causar trincas.
· Móveis e equipamentos com quina viva deverão
ser protegidos com feltro a fim de não danificarem o revestimento.
Proteja sempre os cantos e quinas de alvenaria quando de mudanças
ou movimentação de móveis.
· Algumas trincas ou fissuras poderão aparecer com
o tempo em decorrência da acomodação do edifício.
Trincas pequenas são solucionadas com aplicação
de massa corrida. Trincas maiores deverão ter o revestimento
em seu redor escarificado até a lajota, escovado, umedecido
e aplicar tela plástica ou gaze de algodão antes de
executar o revestimento novamente, podendo ser utilizado gesso ou
argamassa industrializada. Segue procedimento normal de aplicação
de massa corrida e pintura.
· Procure manter os ambientes bem ventilados. Nos períodos
de inverno ou de chuva, pode ocorrer o surgimento de mofo nas paredes
decorrente de condensação de água por deficiente
ventilação, principalmente em ambientes fechados (armários,
atrás de cortinas e forros de banheiro);
· Combata o mofo com o uso de detergente, formol ou água
sanitária dissolvidos em água;
· Tanto as áreas internas (unidades privativas e áreas
comuns) como a fachada da edificação, devem ser pintadas
a cada 3 anos, evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho,
o descascamento, e que eventuais fissuras, possam causar infiltrações.
Nota: Toda vez que for realizada uma repintura após
a entrega da edificação, deverá ser feito um
tratamento das fissuras evitando assim infiltrações
futuras de água.
3.4.4 Perda da Garantia
· Se forem alterados
quaisquer elementos de vedação com relação
ao projeto original.
· Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas e paredes
além dos limites normais de utilização previstos.
· No caso de não ser realizada a repintura
da fachada a cada 3 anos (para fachadas pintadas).
· No caso de não ser realizada a lavagem e
restauração dos rejuntes da fachada a cada 3 anos
(para fachadas com revestimento cerâmico).
· Se não forem tomados os cuidados de uso ou não
for feita a manutenção preventiva necessária.
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3.5 Instalações Hidráulicas
3.5.1 Descrição do Sistema
As Instalações
Hidráulicas são constituídas pelas seguintes
partes:
Água:
· Pontos de água
(fria e quente): pontos que alimentam os lavatórios, os vasos
sanitários, os chuveiros, as pias, os tanques e as máquinas
de lavar;
· Prumadas de água (fria): são constituídas
por tubulações principais que trazem a água
do reservatório superior;
· Ramais de distribuição de água (fria
e quente): alimentadores dos diversos pontos, nos cômodos
apropriados.
Esgoto:
· Pontos de esgoto de
águas servidas: pontos por onde são liberados os esgotos
dos pontos que alimentam os lavatórios, os vasos sanitários,
os chuveiros, as pias, os tanques e as máquinas de lavar,
além dos ralos secos e sifonados;
· Prumadas coletoras principais de esgoto: por onde escoam
as águas servidas para as saídas do edifício.
Águas Pluviais:
· Águas de chuva
ou de lavagem são normalmente coletadas pelas redes pluviais;
· Prumadas de águas pluviais são constituídas
por tubulações principais que trazem a água
de chuvas coletada nas coberturas, ralos das sacadas etc., para
as saídas do edifício.
Ralos:
· Todos os ralos possuem
grelhas de proteção para evitar que detritos maiores
caiam em seu interior ocasionando entupimento;
· Ralos sifonados e sifões têm "fecho hidráulico",
que consiste numa pequena cortina de água, que evita o retorno
do mau cheiro.
Registros:
· Registros de pressão
(água fria e quente): válvulas de pequeno porte, instaladas
em sub-ramais ou em pontos de utilização, destinadas
à regulagem da vazão de água, ou fechamento;
· Registros de gaveta (água fria e quente): válvulas
de fecho para a instalação hidráulica predial,
destinadas à interrupção eventual de passagem
de água para reparos na rede ou ramal.
3.5.2 Prazos de Garantia
Materiais:
Tubos / Conexões
Louças / Caixa de Descarga
Torneiras / Registro / Sifões / Flexíveis / Válvulas
O Prazo de Garantia é definido segundo os padrões
estabelecidos pelos fabricantes.
Serviços:
Colunas de Água Quente e Água Fria
Tubos de Queda de Esgoto
Danos causados devido à movimentação ou acomodação
da estrutura - 5 anos
Coletores
Problemas com a instalação - 1 ano
Ramais
Problemas com as instalações embutidas e vedação
- 1 ano
Louças / Caixa de
Descarga
Instalação e funcionamento - 1 ano
Torneiras / Registro / Sifões
/ Flexíveis / Válvulas
Funcionamento e vedação - 1 ano
Situações
não cobertas pela garantia
· Danos sofridos pelo produto em conseqüência
de quedas acidentais, maus tratos, manuseio inadequado, instalação
incorreta e erros de especificação;
· Danos causados aos acabamentos por limpeza inadequada (produtos
químicos, solventes, abrasivos do tipo saponáceo,
palha de aço, esponja dupla face);
· Peças que apresentem desgaste natural, pelo uso
regular, tais como: vedantes, gaxetas, anéis de vedação,
guarnições, cunhas, mecanismos de vedação;
· Danos nos acabamentos dos metais sanitários causados
devido à utilização dos mesmos em água
não potável, ou à utilização
de produtos tais como solventes, abrasivos do tipo saponáceo,
produtos químico, palha de aço ou esponjas dupla face.
3.5.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· Nunca jogue quaisquer
materiais sólidos dentro de vasos sanitários, tais
como absorventes íntimos, papel, tecidos, fraldas descartáveis,
algodão, que com certeza causarão entupimento da rede
de esgoto. Metais e materiais mais pesados poderão romper
a tubulação.
· Nunca jogue restos de alimento nos ralos das cozinhas.
· Caso seu apartamento permanecer fechado por longo período
e constatar a presença de odores de esgoto, é só
colocar água nos ralos dos pisos ou pias sifonadas, que estes
cessarão prontamente.
· Problemas de vazamento nas caixas de descarga poderão
ser facilmente resolvidos pelos proprietários, abrindo a
tampa da caixa anexa ao vaso e verificando o problema.
· Procure sempre ter cuidado ao manusear os registros e torneiras,
pois estes funcionam à base de pressão e não
de força, implicando na sua vida útil.
· Verifique sempre as torneiras e troque, quando necessário,
o anel de vedação, comumente conhecido como courinho,
para evitar vazamentos, e limpe os aeradores de resíduos.
· Se ao limpar caixas de ralos houver rachaduras, chame imediatamente
um profissional de hidráulica para trocá-la, evitando
vazamentos no apartamento inferior.
· Pancadas fortes em prumadas poderão causar fissuras
na tubulação. Procure evitar áreas próximas
à tubulação principal e secundária.
· Sempre que viajar, feche todos os registros do seu apartamento.
· No ático poderão ocorrer odores de esgoto
devido ao funcionamento dos ventiladores das prumadas.
· Sempre que for instalar algum equipamento na rede hidráulica,
utilize sempre as peças recomendadas pelo fabricante e vede
as junções com fita veda-rosca.
· NÃO deixe de usar a grelha de proteção
que acompanha a cuba de inox das pias de cozinha;
· Mantenha vedado o ponto de esgotamento de água da
máquina de lavar junto à parede, usando acessórios
próprios;
· É recomendado o uso de sabão biodegradável
para evitar o retorno da espuma da máquina de lavar;
· Limpe periodicamente os ralos e sifões das louças,
tanques e pias do seu imóvel, retirando todo e qualquer material
causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos,
cabelos, etc) e jogando água a fim de se manter o fecho hídrico
nos ralos sifonados evitando assim o mau cheiro proveniente da rede
de esgoto;
· Limpe periodicamente os aeradores (bicos removíveis)
das torneiras, pois é comum o acúmulo de resíduos
provenientes da própria tubulação;
· Limpe e verifique regulagem do mecanismo de descarga periodicamente;
· Verifique gaxeta, anéis o'ring e estanqueidade dos
registros de gaveta, evitando vazamento;
· Em caso de necessidade, troque os acabamentos dos registros
pelo mesmo modelo ou por outro do mesmo fabricante, evitando assim
a troca da base;
· Caso os tubos flexíveis (rabichos), que conectam
as instalações hidráulicas às louças
forem danificadas, causando vazamento, substitua-as tomando o cuidado
de fechar o registro geral de água antes da troca.
3.5.4 Perda da Garantia
· Se for evidenciado
entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários
e ralos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel,
cotonetes, cabelos, etc;
· Se for evidenciada a falta de troca dos vedantes (courinho)
das torneiras;
· Se for evidenciada a falta de limpeza nos aeradores, provocando
assim acúmulo de resíduos nos mesmos;
· Se for evidenciada a retirada dos elementos de apoio (mão
francesa, coluna do tanque, etc.) provocando a queda da peça
ou bancada;
· Se for evidenciado o uso de produtos abrasivos e/ou limpeza
inadequada nos metais sanitários;
· Se for evidenciado nos sistemas hidráulicos, pressões
(desregulagem da válvula redutora de pressão) e temperaturas
(geradores de calor, aquecedores, etc.) discordantes das estabelecidas
em projeto;
· Equipamentos que foram reparados por pessoas não
autorizadas pelo serviço de Assistência Técnica;
· Aplicação de peças não originais
ou inadequadas, ou ainda adaptação de peças
adicionais sem autorização prévia do fabricante;
· Equipamentos instalados em locais onde a água é
considerada não potável contenha impurezas e substâncias
estranhas à mesma que ocasione o mau funcionamento do produto;
· Objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações
que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento;
· Se não forem tomados os cuidados de uso ou não
for feita a manutenção preventiva necessária.
3.5.5 Soluções
de alguns dos problemas mais comuns
A seguir, procedimentos a serem
adotados para corrigir alguns problemas:
· Como desentupir
a pia:
Com o auxílio de luvas de borracha, um desentupidor e uma
chave inglesa, siga os seguintes passos:
- Encha a pia de água;
- Coloque o desentupidor a vácuo sobre o ralo, pressionando-o
para baixo e para cima. Observe se ele está totalmente submerso;
- Quando a água começar a descer, continue a movimentar
o desentupidor, deixando a torneira aberta;
- Se a água não descer, tente com a mão ou
com auxílio de uma chave inglesa, desatarraxar o copo do
sifão. Neste copo ficam depositados os resíduos, geralmente
responsáveis pelo entupimento. Mas não esqueça
de colocar um balde em baixo do sifão, pois a água
pode cair no chão;
- Com um arame, tente desobstruir o raio da pia, de baixo para cima,
algumas vezes, os resíduos se localizam neste trecho do encanamento,
daí a necessidade de usar o arame;
- Coloque o copo que retirou do sifão. Não convém
colocar produtos a base de soda cáustica dentro da tubulação
de esgoto;
- Depois do serviço pronto, abra a torneira e deixe correr
água em abundância, para limpar bem.
· Como consertar
a torneira que está vazando:
- Retire a tampa/botão (quando houver) da cruzeta com a mão;
- Utilizando uma chave de fenda, desrosqueie o parafuso que prende
a cruzeta;
- Com o auxílio de um alicate de bico, desrosqueie a porca
que prende a canopla para poder ter acesso ao mecanismo de vedação;
- Com o auxílio de um alicate de bico, desrosqueie o mecanismo
de vedação do corpo e o substitua por um novo.
· Como desentupir
o chuveiro:
- Desrosqueie a capa protetora do crivo;
- Retire a proteção metálica (quando houver);
- Retire o plástico ou borracha preta;
- Com o auxílio de uma escova de dente, limpe o crivo desobstruindo
os orifícios que podem ter acumulado detritos.
· Como regular a
caixa de descarga acoplada da bacia sanitária:
1. Regulagem
- Com cuidado, abra e retire a tampa da caixa acoplada;
- Com ajuda de um alicate, rosqueie a bóia, deixando-a mais
firme para que, quando a caixa estiver cheia, não permita
que a água transborde pelo ladrão.
2. Substituição
- Com cuidado, abra e retire a tampa da caixa acoplada;
- Desrosqueie a bóia;
- Leve-a a um depósito de materiais de construção
para que sirva de modelo para a compra de uma nova;
- Com a nova bóia em mãos, encaixe-a e rosqueie-a
exatamente no local de onde a antiga foi retirada.
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3.6 Instalações Elétricas
3.6.1 Descrição do Sistema
Cada unidade de seu edifício
possui uma instalação elétrica independente
que é constituída por diversos elementos:
· Tomadas de energia,
para ligação de eletrodomésticos de uso corrente;
· Tomadas especiais de energia, para ligação
de máquinas domésticas, tais como lavadora e secadora
de roupas, lavadora de louças, forno de micro-ondas, torneira
e chuveiro elétrico;
· Pontos de iluminação, para ligação
de lâmpadas e luminárias;
· Interruptores para acionamento dos pontos de iluminação;
· Quadro elétrico de proteção, para
controlar as sobrecargas dos circuitos;
· As potências máximas permitidas para os demais
pontos de utilização estão indicadas no projeto
elétrico.
Circuito:
É um conjunto de tomadas
de energia, tomadas especiais, pontos de energia, pontos de interruptores,
cuja fiação encontra-se interligada. No caso de sua
unidade, está interligada de modo a dividi-lo em setores:
sala, cozinha, dormitórios, máquina de lavar louça,
máquina de secar e lavar roupas, etc, portanto, os circuitos
são correspondentes a estes setores.
Quadro Elétrico:
É composto por disjuntor
geral com chave seccionadora ou dispositivo diferencial residual
(DR) que desliga todos os circuitos, e por diversos disjuntores
secundários, que desligam os seus respectivos circuitos.
Esse disjuntor diferencial tem ainda a função de segurança
de todos os circuitos elétricos contra as correntes de fuga
provocadas por aparelhos eletrodomésticos ou instalações
elétrica em más condições de conservação.
3.6.2 Prazos de Garantia
Tomadas e Interruptores
Material: Conforme fabricante.
Serviço: Funcionamento e instalação
- 1 ano
Fios, Cabos e Tubulação
Material: Conforme fabricante.
Serviço: Funcionamento e instalação
- 1 ano
3.6.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· Todas as unidades
foram projetadas e dimensionadas a partir do uso de eletrodomésticos
normais e comuns no mercado.
· Quando da instalação de aparelhos elétricos,
verifique se a tomada no local desejado está adequada a receber
tal equipamento, segundo as informações do fabricante.
· Todos os equipamentos deverão ser instalados por
profissional, sempre observando a quantidade e bitola dos fios,
potência, aterramento e voltagem.
· Sempre verifique a carga dos aparelhos e a capacidade de
proteção do disjuntor do circuito. Evite sobrecargas.
· Nunca utilize benjamins em geladeiras, freezer, forno de
micro-ondas e aparelhos de grande potência. Nunca ligue, também,
abajures, rádios, televisão em uma mesma tomada. Certifique-se
sempre da carga a ser ligada.
· Cuidado com a transferência de pontos de tomadas
e interruptores em armários. Nunca deixe de isolá-los
com perfeição para evitar curtos-circuitos, choques
elétricos ou incêndios.
· Em caso de incêndio desligue a chave geral do quadro
de luz. Faça-o, também, em caso de queda de tensão
na rede pública.
· Nunca passe outra fiação com finalidade diferente
da projetada nas tubulações.
· Toda e quaisquer modificações deverão
ser executadas por profissional tecnicamente habilitado. Não
deixe curiosos à frente disso.
· Quando não utilizar algum circuito, mantenha desligado
o respectivo disjuntor. Nunca instale ou conserte tomadas ou troque
lâmpadas com o disjuntor ligado.
· Mantenha a porta do quadro de luz sempre fechada ou trancada,
com as chaves próximas em caso de emergência. Não
deixe crianças se aproximarem ou tocarem no quadro.
· Nunca deixe nenhum aparelho sem aterramento. Sua falta
pode acarretar em sérios acidentes.
· Proteja as tomadas, com artifício próprio,
se houver crianças em seu apartamento.
· Leia sempre o manual técnico dos equipamentos e
aparelhos antes de ligá-los.
· Acione, com cuidado, as minuterias instaladas nas áreas
comuns e nunca trave a tecla com fita adesiva, palitos e outros
materiais, pois poderá danificar o sistema.
· O compartimento dos medidores deverá ser mantido
trancado e as chaves em poder do zelador.
· Os quadros de luz deverão ser protegidos dos efeitos
de corrosão, sempre vistoriados e pintados com anticorrosivos
quando necessário.
· Procure sempre um profissional caso queira instalar equipamentos
não previstos em projeto. A fiação de entrada
do seu apartamento poderá exigir um redimencionamento.
· A ligação de força deverá ser
requisitada pelo proprietário da unidade junto à concessionária.
· Os disjuntores são acionados pela simples movimentação
de suas alavancas;
· Utilizar proteção individual (ex: estabilizadores
e outros) para equipamentos mais sensíveis (como computadores,
home-theater, central de telefone);
· Em caso de sobrecarga em um circuito, o disjuntor deve
ser ligado somente após o desligamento do equipamento que
a provocou. Caso o mesmo venha a desligar-se, chame um técnico
especializado para verificar o problema;
· Em caso de necessidade de corte de energia, sobretudo havendo
dúvida sobre o disjuntor específico, desligar o disjuntor
geral ou disjuntor referencial;
· Quando o imóvel estiver desabitado, recomendamos
desligar a chave geral (disjuntor geral) no quadro de distribuição;
· Ao adquirir um aparelho elétrico, verificar se o
local definido para a sua instalação está provido
de condições adequadas conforme a especificação
do fabricante e do projeto;
· A manutenção deve ser executada com os circuitos
desenergizados (disjuntores desligados);
· Permitir somente que profissionais habilitados tenham acesso
à instalações e equipamentos. Isso evitará
curto circuito, choque, etc;
· Quando verificado qualquer problema elétrico, utilizar
sapatos com sola de borracha e nunca segurar dois fios ao mesmo
tempo;
· Sempre que for executada manutenção nas instalações,
como troca de lâmpadas, limpeza e reapertos dos componentes,
desligar os disjuntores correspondentes;
· Efetuar limpeza nas partes externas das instalações
elétricas (espelho, tampas de quadros, etc) somente com pano
ligeiramente úmido;
· Rever estado de isolamento das emendas de fios;
· Reapertar a cada 6 meses todas as conexões do Quadro
de Distribuição;
· Reapertar anualmente todas as conexões (tomadas,
interruptores, pontos de luz);
· Verificar o estado dos contatos elétricos substituindo
peças que apresentem desgaste, quando necessário (tomadas,
interruptores, ponto de luz).
3.6.4 Perda da Garantia
· Se for evidenciada
a substituição de disjuntores por outros de capacidade
diferente, especialmente de maior amperagem;
· Se for evidenciado o uso de eletrodomésticos velhos,
chuveiros ou aquecedores elétricos sem blindagem, desarmando
os disjuntores;
· Se for evidenciada sobrecarga nos circuitos devido à
ligação de vários equipamentos no mesmo circuito;
· Se for verificada a não utilização
de proteção individual para equipamentos sensíveis;
· Se não forem tomados os cuidados de uso ou não
for feita a manutenção preventiva necessária.
3.6.5 Soluções
de alguns dos problemas mais comuns
A seguir, procedimentos a serem
adotados para corrigir alguns problemas:
· Parte da instalação
não funciona:
Þ verificar no quadro de distribuição, se o
disjuntor daquele circuito não está desligado. Em
caso afirmativo, religa-lo;
Þ se ao religa-lo ele voltar a desarmar, solicite a assistência
de um técnico habilitado, pois duas possibilidades ocorrem:
- o disjuntor está com defeito e deverá ser substituído
por outro;
- existe algum curto circuito na instalação, e será
necessário reparo.
· Disjuntores do
quadro de distribuição desarmando com freqüência:
Þ verificar se existe algum mau contato elétrico (conexões
frouxas) que são sempre fonte de calor, o que afeta a capacidade
dos disjuntores. Neste caso, um simples reaperto nas conexões
resolverá o problema;
Þ outra possibilidade é que o circuito esteja sobrecarregado
com instalação de novas cargas, cujas características
de potência são superiores às previstas no projeto.
Tal fato deve ser rigorosamente evitado;
Þ verificar se não existe aparelho conectado ao circuito
em questão, com problema de isolamento ou mau contato que
possa causar fuga de corrente.
· Superaquecimento
do quadro de distribuição:
Þ verificar se existem conexões frouxas e reapertá-las;
Þ verificar se existe algum disjuntor com aquecimento acima
do normal. Isso pode ser provocado por mau contato interno do disjuntor
devendo ao mesmo ser imediatamente desligado e substituído.
· Chuveiro elétrico não esquenta a água:
Þ verificar se a chave de proteção no quadro
de distribuição está desarmada. Caso esteja,
religa-la;
Þ persistindo o problema, verificar se não ocorreu
a queima da resistência do chuveiro elétrico. Se for
o caso, substituí-la.
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3.7 Instalações de Ar Condicionado
Na maioria das vezes, a instalação
dos aparelhos de ar condicionado fica a cargo dos proprietários
dos imóveis. É cada vez mais raro construtoras e incorporadoras
entregarem sistemas de condicionamento de ar já operando.
Em alguns casos, temos imóveis com pré instalação
dos dutos para posterior colocação de sistemas centrais
ou do tipo split já que sistemas podem ter suas tubulações
embutidas em forros ou paredes mas, o mais comum continua sendo
a entrega de imóveis preparados apenas para instalação
de aparelhos convencionais. Nesses casos, a construtora normalmente
define a localização com um pequeno "rebaixo"
na parede e uma tomada própria ao lado. Esse "rebaixo"
é feito principalmente na parte externa da parede afim de
se evitar que o revestimento externo seja danificado quando da abertura
do vão.
· Antes de qualquer instalação, leia atentamente
todas as informações fornecidas pelo fabricante no
manual que é entregue junto com o aparelho.
· Para instalação do aparelho de ar condicionado,
contrate empresa ou profissional habilitado para tal serviço.
Forneça o manual ao técnico e exija que todas as recomendações
do fabricante sejam atendidas.
· Para abertura do vão na parede instrua seu pedreiro
ou técnico para começar o trabalho de furação
do centro para as laterais e peça cuidado especial para que
o revestimento externo fora do "rebaixo" não seja
afetado. O vão também deve ser executado nas dimensões
e inclinações recomendadas pelo fabricante, portanto
alerte seu pedreiro para tais detalhes. Solicite também muito
cuidado para evitar queda de materiais.
· Informe o zelador sobre o serviço e peça
a ele que isole a área do térreo onde possam cair
detritos durante a execução dos trabalhos. Peça
também que o zelador avise os vizinhos abaixo do seu imóvel
para que fechem janelas próximas a área de possíveis
quedas.
· Se possível, acompanhe a instalação.
Em caso contrário procure verificar mesmo após a instalação,
se o serviço foi executado de acordo. Notando alguma irregularidade,
exija sua correção.
· Verifique periodicamente a vedação instalada
nas frestas entre o aparelho e o vão.
· No caso de instalação de caixas externas
de ar condicionado, contrate empresa especializada para colocação
da mesma e exija cuidados e garantias quanto ao revestimento externo
da fachada, pois perfurações mal executadas ou sem
vedação podem danificar os materiais e provocar infiltrações.
Nota: As caixas para proteção dos aparelhos,
se já não existirem no local, devem ser compradas
e instaladas pelo condomínio em todos os vãos das
unidades (tenham ou não aparelhos instalados) e obedecendo
a padrões e cores que não venham a destoar ou afetar
a harmonia das fachadas.
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3.8 Impermealibização
3.8.1 Descrição do Sistema
· É o tratamento
dado em partes e/ou componentes da construção para
garantir a estanqueidade da mesma impedindo a infiltração
de água.
3.8.2 Prazos de Garantia
Sistema de impermeabilização
- 5 anos
3.8.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
Um dos cuidados mais delicados
na execução das áreas expostas a água,
tais como áreas descobertas do pavimento térreo ou
coberturas, terraços ou sacadas, banheiros, etc., é
sem dúvida a busca de materiais e metodologias eficientes
para garantir o perfeito isolamento e evitar a infiltração
de água ou umidade. Felizmente, graças a inúmeras
pesquisas, já temos nos dias de hoje produtos capazes de
atender satisfatoriamente a esse objetivo porém, são
necessários alguns cuidados especiais que o consumidor deve
estar ciente.
· Nunca danifique, em hipótese alguma, a manta de
impermeabilização situada em todos os jardins e áreas
expostas do edifício.
· Nunca execute troca de pisos impermeabilizados sem tomar
o devido cuidado com a manta instalada abaixo deles.
· Não perfure pisos, não altere o posicionamento
de ralos e não modifique nada em áreas impermeabilizadas.
· Qualquer dano à manta causado por serviços
de terceiros contratados pelo condomínio e ou pelos proprietários
acarretará na perda total da garantia pelo fornecedor e pela
CONSTRUTORA.
· Quando surgirem manchas de infiltração sob
áreas impermeabilizadas, contatar imediatamente a CONSTRUTORA.
Nunca procure solucionar o problema ou encontrar a causa.
· Não modifique os jardins e terraços.
· Não demore em lavagens ou use produtos químicos
abrasivos sobre áreas impermeabilizadas.
· Utilizar "lavagem a seco" para o piso dos sub-solos.
As lavagens com mangueira devem evitadas. Caso seja utilizada, sempre
puxar a água para o ralo;
· No caso de lavagem da caixa d'água, não utilizar
máquinas de alta pressão, pois podem danificar a proteção
mecânica. É recomendável que essa lavagem, seja
feita por empresa especializada;
· Nos jardins e floreiras, não utilizar plantas de
grande porte ou com raízes que possam, no decorrer do tempo,
prejudicar o sistema de impermeabilização;
· O nível de terra dos jardins não deverá
ultrapassar a altura determinada em projeto, que deve ser de 10
a 20 cm abaixo do nível do encerramento da impermeabilização;
· Utilizar somente solos permeáveis e adequados à
boa drenagem;
· Inspecionar periodicamente os rejuntamentos dos pisos,
paredes, soleiras, ralos e peças sanitárias, pois
através das falhas nos mesmos, poderá ocorrer infiltração
de água;
· Caso haja danos à impermeabilização,
não executar os reparos com os materiais e sistemas diferentes
do aplicado originalmente, pois a incompatibilidade pode comprometer
o bom desempenho dos sistemas;
· Inspecionar periodicamente a camada drenante do jardim,
verificando se não há obstrução na tubulação
e entupimento dos ralos;
3.8.4 Perda da Garantia
· Se forem danificados,
alterados ou reparados pisos e paredes nas áreas impermeabilizadas;
· Se não forem tomados os cuidados de uso ou não
for feita a manutenção preventiva necessária.
ATENÇÃO:
Não é recomendável a utilização
de qualquer máquina de alta pressão para limpeza na
edificação. Ela pode danificar rejuntamentos e outros
materiais de proteção, e acabar prejudicando a impermeabilização.
Jamais utilize os hidrantes para qualquer finalidade que não
seja o combate a incêndio.
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3.9 Esquadrias Metálicas (Alumínio)
3.9.1 Descrição do Sistema
Compreendem o conjunto de portas
e janelas de alumínio com a seguinte finalidade:
· Permitir a iluminação
do ambiente pelo melhor aproveitamento da luz natural;
· Possibilitar o contato visual com o exterior;
· Acessar áreas externas;
· Possibilitar a troca de ar e a ventilação
natural;
· Proteger o interior da residência e seus ocupantes
das intempéries exteriores.
As esquadrias também
abrangem: corrimão, guarda-corpo de terraços, painéis
de fachada e outros elementos arquitetônicos.
Características
de algumas das esquadrias:
Janelas e Portas de Correr
· Não interferem
nas áreas externas ou internas, permitindo, no caso de janelas,
o uso de grades ou telas, persianas ou cortinas;
· Oferecem a possibilidade de regulagem da abertura das folhas
propiciando maior conforto na aeração do ambiente;
· No caso de portas ou janelas com veneziana aerada, facilita
ao usuário dosar a ventilação ou claridade
ao seu gosto, mantendo tal posição inalterada sob
ação dos ventos.
Janelas Maxim-air
· A folha desta janela
abre deslizando sua parte inferior para fora, ao mesmo tempo em
que sua parte superior desliza para baixo.
3.9.2 Prazos de Garantia
Borrachas, escovas, articulações,
fechos e roldanas - 2 anos
Acabamento dos perfis de alumínio, fixadores e revestimentos
em painel de alumínio - 5 anos
Vedação e funcionamento das partes móveis (inclusive
recolhedores de palhetas, motores e conjuntos elétricos de
acionamento) - 1 ano
3.9.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· As janelas Maxim-air
podem ser mantidas abertas, com pequena angulação,
em caso de chuvas moderadas. Entretanto, em caso de rajadas de vendo,
os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para travar
as janelas nessas situações;
· As janelas devem correr suavemente não devendo ser
forçadas;
· Os trincos não devem ser forçados. Se necessário,
aplicar suave pressão ao manuseá-los;
· Antes de executar qualquer tipo de pintura, seja tinta
a óleo, látex ou cal, proteger as esquadrias com fitas
adesivas de PVC, sejam elas pintadas ou anodizadas. Não utilize
fitas tipo "crepe" pois elas costumam manchar a esquadria
quando em contato prolongado;
· Remover a fita adesiva imediatamente após o uso,
uma vez que sua cola contém ácidos ou produtos agressivos,
que em contato prolongado com as esquadrias poderão danificá-las;
· Caso haja contato da tinta com as esquadrias, limpar imediatamente
com pano seco e em seguida, com pano umedecido em solução
de água e detergente neutro;
· Na limpeza das fachadas com revestimento cerâmico
ou de granito, em que se utilize soluções que contenham
produtos agressivos de quaisquer tipos, proteger as esquadrias com
fita de PVC, aplicando-a cuidadosamente, sem que fique nenhuma área
desprotegida ou com mau contato. Caso isso não seja possível,
recomenda-se que a limpeza da fachada seja feita com o uso de água
com detergente neutro a 5%;
· A limpeza das esquadrias como um todo, inclusive guarnições
de borrachas e escovas, deverá ser feita com solução
de água e detergente neutro a 5%, com auxílio de esponja
macia, nos períodos abaixo indicados:
- No mínimo, a cada 12 meses em zona urbana ou rural;
- No mínimo, a cada 3 meses em zona marítima ou industrial.
· As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores
sejam freqüentemente limpos, evitando-se o acúmulo de
poeira, que com o passar do tempo vão se compactando pela
ação de abrir e fechar, se transformando em crostas
de difícil remoção, comprometendo o desempenho
das roldanas e exigindo a sua troca precoce;
· Deve-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos
inferiores sempre bem limpos e desobstruídos, principalmente
na época de chuvas mais intensas, pois esta é a causa
principal do borbulhamento e vazamento de água para o interior
do ambiente;
· NÃO utilize objetos cortantes ou perfurantes
para auxiliar na limpeza dos "cantinhos" de difícil
aceso. Essa operação poderá ser feita com o
uso de pincel de cerdas macias embebido na solução
de água e detergente neutro a 5%;
· NÃO utilizar jato de água de alta
pressão para lavagem das fachadas. A força do jato
pode arrancar as partes calafetadas com silicone ou qualquer outro
material protetor contra infiltração;
· NÃO remover as borrachas ou massa de vedação;
· Caso ocorram respingos de cimento, gesso, ácido
ou tinta, remova-os imediatamente com um pano umedecido na mesma
de água e detergente neutro a 5% e, logo após, passe
uma flanela seca.
· NÃO utilize ácido, raspagem ou palha
de aço nas esquadrias para a limpeza. Isso irá ferir
a anodização aplicada.
· Utilize óleo de máquina para lubrificar as
dobradiças e o trilho somente quando as esquadrias forem
de ferro ou aço (nunca nas esquadrias de alumínio).
· NÃO utilize vaselina, removedor, thinner
ou qualquer outro produto derivado do petróleo, pois além
de ressecar plásticos ou borrachas fazendo com que percam
sua função de vedação, possuem componentes
que vão atrair particulas de poeira que agirão como
abrasivo, reduzindo em muito a vida do acabamento do alumínio.
· As esquadrias modernas são fabricadas com utilização
de acessórios articuláveis (braços, fechos
e dobradiças) e deslizantes (roldanas e rolamentos) de nylon,
que não exigem qualquer tipo de lubrificação,
uma vez que suas partes móveis (eixos e pinos) são
envolvidos por uma camada desse material especial, auto-librificante,
de grande resistência ao atrito e as intempéries.
· Use sempre esponja ou tecido macio para a limpeza das esquadrias
com água e sabão.
· Alguns componentes, com o uso, precisarão ter seus
parafusos apertados para uma melhor conservação e
funcionamento. Não force nenhuma esquadria.
· Reapertar delicadamente com chave de fenda todos os parafusos
aparentes dos fechos, fechaduras ou puxadores e roldanas responsáveis
pela folga do caixilho de correr junto ao trilho, sempre que necessário.
· Verificar nas janelas maxim-air a necessidade de regular
o freio. Para isso, abrir a janela até um ponto intermediário
(~ 30 º), no qual ela deve permanecer parada e oferecer resistência
a qualquer movimento espontâneo.
· Verifique sempre a vedação de suas esquadrias.
A calafetação aplicada desgasta-se com o tempo e pode
ocasionar infiltrações. A revisão deve ser
feita utilizando mastique acrílico com silicone indicado
para tratamento de juntas frias (interface de materiais distintos
como alvenaria, metais, vidros, etc.).
3.9.4 Perda da Garantia
· Se forem feitos instalações
de cortinas ou qualquer aparelho, tais como: persianas, ar condicionado,
etc., diretamente na estrutura das esquadrias, ou que com elas possa
interferir;
· Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua
forma de instalação, na modificação
de seu acabamento (especialmente pintura), que altere suas características
originais;
· Se houver dano por pane no sistema eletro-eletrônico,
motores e fiação da esquadria, causados por sobrecarga
de tensão;
· Se não forem tomados os cuidados de uso ou não
for feita manutenção preventiva necessária.
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3.10 Esquadrias de Madeira
· Muitas vezes, em lugares
úmidos, há a possibilidade de aparecimento de brocas,
que comumente são confundidas com cupim pela poeira muito
parecida. Basta injetar veneno próprio que elas desaparecerão
sem criar dano algum às portas e batentes.
· No caso de aparecimento de cupim, contate empresa especializada
em descupinização antes que se alastre.
· Nunca molhe ou exponha à umidade as fofilas das
portas. Com o tempo apodrecerão.
· Sempre mantenha encerada portas e batentes como proteção.
· Nunca utilize pregos ou fitas adesivas nas portas. Eles
danificam o acabamento.
· As maçanetas e dobradiças deverão
ser limpas com pano macio umedecido.
· Use óleo de máquina para lubrificar as fechaduras
e dobradiças.
· Não use nenhum objeto pérfuro-cortante nas
ferragens nem na madeira.
Notas Importantes:
A LEAL PORTO Construtora tem como norma a compra de esquadrias
de madeira com pré-tratamento pelo próprio fabricante
e/ou fornecedor. Esse procedimento é feito para garantir
que as peças sejam entregues e instaladas livres de pragas,
contudo não garante que as mesmas não sejam atacadas
e infectadas após a entrega do imóvel.
Pragas como cupim, por exemplo, migram de um lugar para outro com
extrema facilidade e a única forma de evitar que proliferem
é a constante prevenção.
Segue abaixo algumas sugestões:
· Ao contratar marceneiros para execução de
armários e afins, exija madeiras com pré-tratamento
contra pragas.
· Na compra de móveis ou utensílios de madeira,
também verifique se os mesmos foram pré-tratados.
· Após a instalação de todos os móveis
e armários (mudança), contrate empresa especializada
e faça uma dedetização preventiva. Dedetize
todos os utensílios de madeira, sejam novos ou usados e tenham
ou não sido pré-datados. Caso existam pisos ou forros
de madeira ou gesso os mesmos também devem ser dedetizados.
Não esqueça das caixas de luz, rodapés, carpetes,
portas, batentes, etc. Todo o apartamento deve ser protegido.
OBS:
a) Procure contratar empresa especializada e idônea;
b) Verifique se tal empresa é registrada nos órgãos
sanitários competentes;
c) Procure verificar a quanto tempo essa empresa atua no
mercado e quem é seu responsável técnico;
d) Procure saber a quem a empresa já prestou serviços
e se possível faça contato com os consumidores verificando
sua satisfação;
e) Exija certificado de garantia (normalmente a garantia
varia de 06 meses a 01 ano); e
f) Faça dedetizações periódicas.
· Verifique se os vizinhos dedetizaram seus apartamentos
e em caso contrário procure informá-los sobre a necessidade
da prevenção. Lembre-se que as pragas dos apartamentos
ao redor poderão migrar para o seu imóvel.
· Mantenha seu apartamento sempre ventilado e utilize o máximo
de iluminação natural durante o dia. Lembre-se: os
cupins gostam de ambientes quentes, úmidos e escuros. É
conveniente também que periodicamente mantenha-se portas
e gavetas de móveis e armários abertos para ventilação
e iluminação interna das mesmas.
· Mantenha inspeção permanente. Verifique cantos,
frestas, furos, etc. E ao menor sinal de pragas contate empresa
especializada.
· Nunca deixe curiosos ou "profissionais" não
habilitados combater tais pragas.
· Caso você deseje mais informações sobre
pragas urbanas, a internet disponibiliza vários sites sobre
o tema. Dentre eles você vai encontrar boas dicas e informações
no "Praga on line" http:/www.pragas.com.br.
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3.11 Massa Corrida e Pintura
· Em paredes e tetos
acabados com pintura a limpeza deverá ser feita com pano
macio umedecido e sabão neutro.
· Não utilize objetos pérfuro-cortantes nas
paredes (canetas, cliaves, etc.) pois a massa corrida e pintura
poderão ser danificadas.
· Manchas de mofo deverão ser removidas com água
sanitária diluída em água.
· Qualquer dano ao acabamento de paredes deverá ser
resolvido com aplicação de massa corrida, lixamento
e nova pintura.
· Quando, por ventura, houver umidade, esta deverá
ser sanada antes de dar o acabamento à parede.
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3.12 Pisos Cerâmicos e Azulejos
· Os pisos cerâmicos
deverão ser limpos com água e sabão. Não
utilize ácido muriático ou materiais agressivos, pois
o rejuntamento será agredido e a cerâmica danificada.
· Sempre atente-se ao rejuntamento de áreas molhadas.
Infiltrações podem ocorrer no apartamento do seu vizinho
devido ao desgaste do rejunte pela limpeza. Para reposição
utilize mistura de cimento e caulim no traço 1:8.
· As placas de piso podem se soltar na ausência de
rejuntamento. Sempre vistorie e faça a reposição
necessária.
· Nunca deixar cair objetos pesados sobre o piso. Isso irá
ferir o esmalte da cerâmica.
· Para evitar arranhões, calce os móveis com
pedaços de feltro ou forração.
· Nunca empurre ou arraste nada sobre a cerâmica.
· Para paredes acabadas com azulejos, valem as mesmas orientações
para o piso.
· O rejuntamento de azulejos deverá ser constantemente
observado, principalmente nas áreas de box e pias, a fim
de evitar infiltrações nas paredes. Reponha-o sempre
que necessitar.
· Nunca utilize escovas de piaçava ou aço e
esponjas metálicas na limpeza. O rejunte será retirado.
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3.13 Forros
Os forros são normalmente
executados com placas de gesso ou madeira e utilizados freqüentemente
como teto de banheiros e terraços a fim de facilitar o acesso
a tubulação de distribuição hidráulica.
Também são muito utilizados em outros cômodos
(salas, quartos, corredores, etc.) como efeito decorativo ou para
distribuir ou deslocar pontos de iluminação. São
muito empregados também nas partes comuns dos edifícios.
· Nos forros de gesso acabados com pintura a limpeza deve
ser feita com pano macio umedecido e sabão neutro. Nos forros
de madeira deve ser utilizado pano seco ou espanador.
· Os forros devem ser periodicamente pintados (no caso de
gesso) ou envernizados (para os forros de madeira).
· No forro poderá aparecer ocasionalmente alguma infiltração
causada por vazamento do ramal de água ou esgoto ou por falta
de rejunte no piso e nos azulejos da unidade superior. Verifique
a causa antes de pintá-lo novamente.
· Muito cuidado com escadas, vassouras, trilhos de cortina.
Uma pancada forte pode quebrar o gesso.
· Nunca perfure o forro para pendurar varais, vasos e outros
tipos de objetos.
· Manchas de mofo poderão aparecer nos banheiros por
falta de ventilação e banhos demorados. Sempre deixe
as esquadrias abertas. Caso ocorra tais manchas, a remoção
deverá ser feita com água sanitária diluída
em água.
· O reparo de molduras e pequenas fissuras no gesso poderá
ser feito com massa corrida ou nata de gesso diluída em água.
· Lustres pesados ou grandes são desaconselháveis.
Utilize plafons próprios para gesso ou madeira.
· Verifique sempre o possível surgimento de pragas,
principalmente o cupim. É recomendável detetizações
preventivas periódicas.
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3.14 Vidros
· A limpeza dos vidros
deverá ser feita com detergente próprio ou com pano
macio umedecido e lustrado com jornal.
· Oriente seus empregados a limpar todos os vidros com muito
cuidado. Quedas podem ocorrer por pura distração.
· Evite pancadas nos vidros. São resistentes mas podem
quebrar.
· Em caso de troca de vidro, isole a área de passagem
no térreo para evitar acidentes.
· Troque o vidro em sua totalidade se houver quebra parcial
ou trincas.
· Produtos não próprios para a limpeza de vidro,
podem manchá-lo. Não utilize, também, palhas
de aço, ácido ou espátula para limpá-lo.
· Verifique periodicamente o estado da massa de assentamento
e vedação dos vidros. Qualquer falha poderá
causar infiltrações.
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3.15 Louças e Metais
· Não utilize
qualquer aparelho sanitário como ponto de apoio. Sua queda
pode causar sério acidente.
· Nunca utilize na limpeza das louças escovas de aço
ou materiais abrasivos. Limpe-as com desinfetante e pano macio.
· Em caso de vazamento nas junções da louça
com piso ou bancadas, este poderá ser sanado com aplicação
de massa plástica.
· Não utilize força para abrir ou fechar registros
e torneiras, nem force além do necessário. As vedações
inseridas serão danificadas.
· O acabamento de registros pode ser trocado, sem que haja
a necessidade de troca da base.
· Os metais deverão ser limpos com água e sabão
neutro, aplicados com pano macio ou esponja.
· Cuidado com as ligações flexíveis
dos lavatórios e vasos sanitários. Uma movimentação
excessiva poderá romper a mangueira e causar vazamentos.
· Em caso de vazamento em torneiras, retire-as e torne a
instalá-las com o veda-rosca.
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3.16 Gabinetes
· Evite molhar os gabinetes
para uma maior durabilidade. Mantenha-o sempre seco.
· Não force a abertura das portas. Todas as dobradiças
são frágeis. Caso ocorra uma dificuldade na abertura
de portas, procure um marceneiro ou o fornecedor para consertá-las.
· Procure sempre manter calafetadas as junções
entre o tampo da bancada e o gabinete. Isso protegerá contra
umidade.
· Verifique sempre o rejuntamento da bancada com os azulejos.
Se necessitar, reponha o rejuntamento.
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3.17 Revestimento Externo (Fachada)
O revestimento das fachadas
externas são mais freqüentemente executados através
da aplicação de massas especiais com posterior recobrimento
de pintura ou materiais cerâmicos (lajotas ou pastilhas).
Existem também massas com texturização e/ou
pigmentação própria que costumam dispensar
a pintura. A PRED CENTER costuma utilizar o revestimento
cerâmico.
As fachadas externas, incluindo aí seus revestimentos, é
a parte do prédio que está mais exposta ao ataque
de vários agentes, naturais ou não, notadamente no
que se refere a ação de chuvas, ventos, sol, variações
de temperatura, umidade, poluição, salitre (nas regiões
litorâneas) e vários outros agentes químicos.
Tais agentes vão agredindo e conseqüentemente desgastando
a vedação instalada. Por isso se faz necessária
uma cuidadosa manutenção preventiva do revestimento
afim de que se prolongue sua vida útil e se evite a ocorrência
de infiltrações que acabarão atingindo o interior
dos imóveis.
· O edifício deverá ter suas fachadas lavadas
a cada 02 anos. Tais lavagens devem ser executadas por empresa especializada
e se fazem necessárias não apenas por estética
mas, principalmente, para retirada de agentes agressivos trazidos
pela poluição e agregados a superfície.
· Juntamente com a lavagem a empresa contratada deverá
fazer uma vistoria geral das fachadas procurando identificar o possível
surgimento de fissuras na massa e/ou pintura ou falhas no rejuntamento
no caso de revestimento cerâmico.
· Para as fachadas com revestimento cerâmico deverá
ser verificado também se alguma peça está solta,
providenciando seu imediato assentamento. Quanto ao rejunte, elemento
que se desgasta com facilidade deve-se ter atenção
especial as áreas próximas a arestas e quinas, pois,
nesses locais, o desgate costuma ser maior. Também merecem
cuidado maior as áreas próximas às janelas
e vãos de ar condicionado.
· Nunca utilize o exterior do edifício para instalação
de varais e afins. O chumbamento pode causar danos no revestimento
e infiltrações na unidade.
· Nunca coloque vasos, objetos decorativos ou adornos em
peitoris de esquadrias ou terraços. A queda de um destes
elementos poderá ser fatal.
· Nenhum componente da área comum e externa do edifício,
quer seja algum elemento de fachada, jardins, etc., ou mesmo partes
que pertençam à área privativa da unidade mas
componham a fachada (tais como terraços e varandas), poderá
ser modificado sem o prévio comunicado e aceite da construtora
e dos arquitetos autores do projeto, conforme lei de direitos autorais.
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3.18 Garagens
· Apesar de em muitos
casos constituírem área privativa, as vagas de garagens
deverão ser mantidas e limpas pelo condomínio.
· Nunca utilize a vaga como depósito de engradados
de bebida, peças mecânicas, pranchas de surf e afins.
A vaga foi feita para estacionar veículos automotores.
· Estacione sempre no meio da vaga, a fim de não prejudicar
o seu vizinho.
· As vagas foram dimensionadas para veículos automotores
normais. Caminhonetes e utilitários de maior porte poderão
dar dificuldade em manobrar. Motos deverão ser estacionadas
nas áreas das vagas e de modo que não atrapalhem a
manobra de automóveis.
· Não utilize ácido muriático para limpeza
do piso, use apenas água e sabão.
· Mantenha a pintura das faixas sempre visíveis.
· Não utilize produtos que diminuam a aderência
no piso, como cera ou vernizes.
· Nunca estacione o automóvel em áreas de manobra
e nem pare perto dos portões, pois eles possuem abertura
e fechamento automático.
· Os portões possuem temporizador. Por questões
de segurança, certifique-se antes de sair do carro se os
mesmos estão fechados e ao entrar observe sempre a presença
de pessoas estranhas na rua.
· O porteiro deverá ser alertado a prestar atenção
aos portões até que estejam fechados completamente.
· Nunca permita que crianças circulem ou brinquem
em áreas de manobra e estacionamento.
· Não lave carros nem utilize produtos abrasivos nas
garagens.
· Os portões possuem acionamento automático
pela guarita ou por chaves. Caso algum morador queira abertura por
controle remoto, basta adquirí-lo junto à empresa
responsável pelo seu maquinário.
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3.19 Jardins
· Os jardins deverão
ser mantidos sempre limpos e podados. Jardins mal cuidados servem
como procriadouro de ratos e insetos.
· Nunca retire a terra e o sistema de drenagem dos jardins,
isso implicará, além de sujeira, em riscos para a
manta de impermeabilização e no entupimento da tubulação
de drenagem.
· Não plante espécies de grande porte. O vento
poderá derrubá-las e teremos sobrecarga estrutural.
· De preferência mantenha as espécies já
plantadas e cultivadas.
· Verifique periodicamente o possível surgimento de
pragas.
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3.20 Piscina
· As piscinas de edifícios
são normalmente executadas de duas maneiras: a) piscina
executada "in loco" em concreto armado e/ou alvenaria
estrutural com revestimento cerâmico (nota: o revestimento
também pode ser feito com materiais plásticos executados
e/ou assentados no local); b) piscina pré-fabricada,
composta de uma única peça em fibra e instalada sobre
um deck executado em concreto armado e/ou alvenaria estrutural ou
madeira.
· Para limpeza das paredes da piscina, sejam cerâmicas
ou plásticas, devem ser utilizados detergentes próprios.
Nunca utilize produtos químicos abrasivos ou palhas e escovas
de aço.
· No caso de piscinas com revestimento cerâmico (azulejos
ou pastilhas), verifique periodicamente o rejunte entre as peças.
Na ocorrência de falhas ou desgaste, refaça-o imediatamente.
· As piscinas "plásticas" (fibra) poderão
com o tempo ir perdendo coloração (desbotarem) ou
ainda estar sujeitas ao aparecimento de "manchas". Tais
ocorrências devem-se a atuação dos raios solares
bem como pelos produtos químicos utilizados para o tratamento
da água. Existem ceras especiais que retiram tais manchas
e recuperam a coloração da piscina, contudo tome muito
cuidado com a aplicação desses produtos pois os mesmos
costumam deixar as paredes e bordas das piscinas extremamente escorregadias.
Qualquer recuperação deve ser feita por empresa e
profissionais especializados.
· Sempre mantenha a água da piscina em condições
satisfatórias de limpeza e higiene, assim como os equipamentos
em perfeito estado de funcionamento.
· É aconselhável a contratação
de empresa especializada que fornecerá ao(s) usuário(s)
todas as informações sobre uma boa manutenção
da piscina e seus equipamentos, bem como os produtos a serem utilizados
e os procedimentos para manter uma boa qualidade da água.
A mesma empresa poderá fazer a manutenção dos
equipamentos e o controle da qualidade da água.
· Não é necessária a troca constante
de água. A simples renovação (troca) da água
da piscina não é sinônimo de boa manutenção
ou limpeza, pois vários outros procedimentos se fazem necessários,
dentre eles: controle de PH, Turbides, Cloração, etc.
As constantes trocas totais de água, além de não
resolver o problema trarão como única conseqüência
um consumo elevado de água.
· Mantenha o espaço destinado às bombas e equipamentos
sempre limpo e sem qualquer material estranho à manutenção
da piscina, como: guarda-sol, cadeiras e brinquedos.
· O deck deve receber a instalação de grade,
muro, cerca viva ou qualquer outro tipo de proteção,
a ser instalada pelo proprietário conforme sua preferência
ou decoração do ambiente no caso de piscinas particulares
ou pelo condomínio para as piscinas de uso coletivo. Para
a instalação de grades ou qualquer outro tipo de cerca
que necessite de chumbamento no piso, é conveniente a execução
de bases para não perfurar a impermeabilização
abaixo do piso. Vide ítem sobre impermeabilização,
em nosso índice.
· Muito cuidado com as crianças. Nunca deixe crianças
sozinhas na piscina. Para evitar acidentes sempre deverá
ter um adulto por perto.
· Oriente as crianças a não correrem em áreas
molhadas. Apesar do piso ser anti-derrapante a água diminui
a aderência e quedas podem ocorrer.
· Isole o acesso ao deck quando a piscina estiver fora de
uso e cubra-a com lona ou rede de proteção.
· Muito cuidado com os mergulhos. As piscinas de edifícios
costumam ter pouca profundidade.
· Evite a utilização de protetores solares
muito oleosos ou pelo menos procure retirá0los antes de entrar
na água.
· Mantenha a porta de acesso ao compartimento dos equipamentos
da piscina sempre trancada. Não se esqueça que lá
existem materiais químicos e componentes elétricos.
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3.21 Churrasqueira
· A churrasqueira é
construída com tijolos refretários especiais e executada
através de projeto específico para esse fim.
· Não modifique o projeto original e, no caso de qualquer
reforma ou reparo, consulte um especialista no assunto.
· Não utilize a churrasqueira para outros fins, tais
como queima de papéis, por exemplo.
· Verifique sempre possíveis obstruções
no duto de descarga (chaminé) da churrasqueira.
· Não utilize nem armazene produtos inflamáveis
próximos à churrasqueira.
· Após o uso, limpe todo o interior da churrasqueira,
retirando todos os detritos tais como carvão, restos de alimentos,
etc.
· Não lave a churrasqueira ou jogue água enquanto
ela estiver quente. Tal procedimento poderá provocar choque
térmico e causar trincas irrecuperáveis no revestimento
refratário.
· Cuidado com instalações e equipamentos elétricos
muito próximos à churrasqueira.
· Não permita que crianças aproximem-se da
churrasqueira enquanto estiver em uso.
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3.22 Elevadores
O elevador pode ser
definido como um aparelho que se movimenta na vertical e serve para
transporte de passageiros e carga, em geral de um pavimento para
outro.
A palavra elevador deriva do latin elevator: o que eleva.
O emprego de uma cabine compensada por um contrapeso, suspensa em
um poço vertical para servir os andares de um edifício,
já é mencionada por Vitrúvio, há mais
de dois mil anos.
Nota : Vitrúvio, em latin Vitruvius (Marcus Vitruvius Pollio),
arquiteto romano do sec.I a.C. Sua notoriedade está ligada
a seu tratado De architectura em 10 livros, o único tratado
de arquitetura que restou da Antiguidade.
3.22.1 Descrição
do Sistema
Esquema básico de
funcionamento do elevador
Cabina montada sobre plataforma,
em armação de aço, constituída por duas
longarinas fixadas em cabeçotes (superior e inferior).
O conjunto cabina, armação e plataforma denomina-se
carro.
Contrapeso em armação metálica, formada por
longarinas e cabeçotes, onde são fixados pesos, polia
e cabos, de forma que o conjunto tenha peso total igual ao do carro,
acrescido de 40% a 50% da capacidade licenciada (cada passageiro=70kg).
Tanto a cabina como o contrapeso deslizam pelas guias (trilhos de
aço), através de corrediças. As guias são
fixadas em suportes de aço, chumbados em vigas, de concreto
ou de aço, na caixa.
O carro e o contrapeso são suspensos por cabos de aço
especiais para elevadores, que passam por diversas polias (tração,
desvio e intermediárias).
O movimento de subida e descida é proporcionado pela máquina
de tração, que imprime à polia, a rotação
necessária para garantir a velocidade especializada para
o elevador.
A aceleração e o retardamento ocorrem em função
da variação de corrente elétrica no motor.
A parada é possibilitada pela ação de um freio
instalado na máquina.
Além do freio normal, o elevador possui um freio de segurança
para situações de emergência.
O freio de segurança é um dispositivo fixado na armação
do carro ou do contrapeso, destinado a para-lo, de maneira progressiva
ou instantânea, prendendo-o às guias quando acionado
pelo limitador de velocidade.
O limitador de velocidade é um mecanismo instalado no piso
da casa de máquinas, constituído basicamente de polia,
cabo de aço, interruptor e travas.
Quando a velocidade do carro ultrapassa um limite pré-estabelecido,
o limitador aciona mecanicamente o freio de segurança e desliga
o motor do elevador.
O motor da máquina de tração pode ser acionado
através de corrente alternada (CA com 1 velocidade, com 2
velocidades ou com velocidade variável regulada eletronicamente)
ou de corrente contínua (CC) fornecida por motogerador.
Comandos
O sistema de comando afeta
sensivelmente o rendimento da instalação.
A finalidade do comando é estabelecer a prioridade e o sentido
de atendimento às chamadas, de acordo com as características
do edifício. Para isso são instalados na casa de máquinas
os painéis de comando, que controlam partidas, paradas, sentido
do carro, seleção das chamadas e outras funções
correlatas.
1. Comando Automático
Coletivo
É o comando automático caracterizado por existirem
botões de chamada correspondentes aos pavimentos na cabina,
e possuir um único botão de chamada instalado em cada
pavimento, todos ligados ao painel central, de tal maneira que todas
as chamadas fiquem nele registradas. O carro vai efetuando as paradas
em ordem seqüencial, independentemente da ordem em que as chamadas
tenham sido registradas, e prossegue no sentido do movimento inicial,
atendendo a todas as chamadas feitas. Aplica-se a edifícios
de poucos andares, e pouco movimento, em que tráfego predominante
seja entre andares, como estabelecimentos comerciais e industriais
de pequeno porte.
2. Comando Automático
Coletivo Seletivo na Descida
É o comando automático coletivo no qual as chamadas
de pavimento somente são atendidas quando o elevador se movimenta
em sentido descendente, a partir da chamada superior.
Aplica-se a edifícios em que o movimento principal é
constituído pelo tráfego entre o térreo e os
demais pavimentos, sem que haja tráfego apreciável
entre os próprios pavimentos. É, portanto, o sistema
ideal para edifícios residenciais.
3. Comando Automático
Coletivo Seletivo na Subida e na Descida
É o comando automático no qual existem nos pavimentos
intermediários, dois botões: um de "subido",
um de "descida" e um botão nos pavimentos extremos.
Neste sistema de comando, as chamadas de pavimento para subir são
selecionadas separadamente das chamadas para descer, sendo atendidas
primeiramente todas as chamadas em um dos sentidos para depois serem
atendidas as de sentido oposto. Aplica-se a edifícios onde
o fluxo predominante seja entre os andares, tais como escritórios
em geral ou de uma única entidade, repartições
públicas, etc.
4. Comando em Grupo
É o comando automático para grupo de dois ou mais
elevadores que operam em conjunto e que tenham o mesmo número
de paradas/entradas no mesmo hall, somente um pavimento principal
de acesso e a mesma destinação de uso (exigências
na NBR 5665).
Todos os elevadores sociais ou todos de serviço, não
incluindo elevadores isolados. No mais simples, o comando, além
de efetuar a seleção de chamadas de descida ou chamadas
de subida, seleciona também qual o elevador que deverá
atender a determinada chamada de pavimento. Estes sistemas são
indicados para qualquer tipo de edifício, sempre com melhor
rendimento para o fluxo de tráfego.
Aplica-se nos casos em que não há divisão no
hall entre os elevadores social e de serviço e sempre que
os elevadores estejam próximos, dispostos em grupo (lado
a lado ou frente a frente).
Nos sistemas mais complexos, além das seleções
acima descritas, o comando determina, nas horas de "rush",
quais são as chamadas prioritárias (chamadas de pavimento
principal, chamadas de descida, chamadas de subida, etc...). Além
disso, esses comandos têm extrema flexibilidade, adaptando-se
às mais variadas situações de tráfego.
São indicados para edifícios com grande fluxo de tráfego.
Nos casos de comando em grupo, não é necessária
a instalação de botoeira nos pavimentos para cada
um dos elevadores, bastando uma para todo o grupo.
3.22.2 Prazos de Garantia
Material: Conforme fabricante.
Serviço: Funcionamento e instalação
Conforme o fabricante
Nota 1 : No caso dos
elevadores tanto os materiais e dispositivos empregados quanto a
instalação e funcionamento do equipamento são
garantidos pelo próprio fabricante e tem normalmente 1
ano de garantia.
Obs.: neste caso, o prazo de validade da garantia começa
contar a partir da liberação e início da operação
dos equipamentos, normalmente alguns meses antes da data do Auto
de Conclusão da Obra.
Nota 2 : Geralmente os fabricantes condicionam a garantia
a sua Assistência Técnica Autorizada, fazendo assim
que só tenham validade para os elevadores sob seus cuidados.
Nota Importante: As construtoras e incorporadoras costumam
entregar os prédios já com o contrato de Assistência
Técnica em andamento e recomendam que o mesmo seja mantido
e sempre renovado pelo condomínio quando de seu término.
3.22.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
3.22.3.1 Uso Correto do Elevador
A segurança e o bom
funcionamento de um elevador oferecidos e suas viagens dependem
diretamente, não só da tecnologia utilizada no seu
projeto e fabricação, mas também do correto
uso deste equipamento por parte de todos os passageiros. É
importante que os usuários familiarizem-se com as características
do elevador, evitando má utilização, negligência
e atitudes que possam comprometer a sua garantia de segurança.
Desta maneira, alguns problemas podem ser evitados, garantindo assim,
qualidade em toda vida útil do elevador.
· O condomínio
deverá observar o prazo de garantia do fabricante e deixar
a cargo dele próprio a manutenção do equipamento.
· Nunca exceda a capacidade de carga da cabina, nem o número
máximo de passageiros.
· Mantenha a cabina sempre limpa. A própria empresa
de manutenção orientará a forma e os produtos
de limpeza.
· Não risque ou danifique o acabamento da cabina,
nem tampouco as portas e guarnições. Trata-se de um
material de cara reposição.
· Ao chamar o elevador, basta apenas um toque na botoeira.
O sistema é todo eletrônico e vários toques
desnecessários implicam na redução da vida
útil do equipamento.
· Verifique sempre antes de abrir a porta se a cabina está
parada no andar em que está.
· Oriente as crianças a não brincarem com sinais
de emergência ou luzes. Quando precisar, poderá não
ser atendido.
· Quando da falta de luz ou parada por defeito no equipamento,
contatar imediatamente a manutenção. Não saia
em hipótese alguma de dentro da cabina, pois é o local
mais seguro. Não entre em pânico, só irá
piorar a situação.
· Não tente abrir a porta dos elevadores à
força ou com machados, pedaços de pau ou pé-de-cabra.
Isso danificará o sistema de abertura da porta. Espere sempre
a assistência técnica.
· Nunca acesse a casa de máquinas nem mexa no equipamento.
Toda e qualquer regulagem deverá ser feita somente pela assistência
técnica.
· O condomínio deverá desligar o elevador se
este estiver parando fora do nível dos pavimentos, com a
sinalização de emergência falhando ou iluminação
de emergência queimada.
· Nunca utilize o elevador em caso de incêndio.
· O equipamento deverá estar em constantes condições
de funcionamento e segurança.
· Mantenha sempre limpo e seco os poços dos elevadores.
3.22.3.2 Cuidados do Síndico ao Contratar Assistência
Técnica para o Elevador
· Avalie bem as instalações
e os equipamentos da empresa, bem como a qualificação
da equipe técnica.
· Exija sempre nota fiscal como garantia de utilização
de peças originais de fábrica.
· Certifique-se de que todos os serviços serão
acompanhados por um engenheiro registrado no CREA.
· Confirme se você terá à disposição:
atendimento 24 horas, unidades móveis, tele-atendimento,
bips e peças originais de fábrica.
· Veja se há um Posto de Assistência Técnica
em sua cidade.
· Peça para ver o alvará de localização
e funcionamento, além da cópia do seguro de responsabilidade
civil.
· Informe-se sobre o programa de manutenção
preventiva.
· Exija garantia de todos os serviços executados.
· Leve este assunto a sua próxima reunião de
condomínio. Ele deve ser tratado com a mesma seriedade que
você trata da segurança de qualquer outro meio de transporte.
3.22.3.3 Cuidados dos Usuários
· Para chamar o elevador,
acione o botão uma única vez. A insistência
e a força não fazem com que o elevador cheque mais
rápido e podem danificar o botão.
· Não fume na cabine do elevador. Isso é proibido
por lei.
· Não se apóie nas portas durante a viagem.
· Esteja atento ao embarcar e desembarcar do elevador. Entre
e saia da cabina sempre olhando para as soleiras das portas.
· Havendo dois ou mais elevadores no mesmo hall, chame apenas
um. Chamar todos os elevadores ocasiona viagens desnecessárias,
com prejuízo ao tráfego, desgaste do equipamento e
excessivo consumo de energia.
· Não retarde a partida do elevador, mantendo sua
porta aberta, pois isso interfere no tráfego, causando transtornos
aos demais passageiros e prejudicando aqueles que aguardam atendimento.
· Não force portas de cabina ou pavimentos.
· Observe o número máximo de passageiros indicado
na cabina. A lotação não deve ser excedida,
pois além de ser ilegal, representa perigo para segurança
dos usuários.
· Não permita que crianças viagem sozinhas
ou brinquem no elevador. Oriente-as para que não risquem
nas paredes nem apertem todos os botões.
· Observe e cumpra os avisos colocados na cabina.
· Se o elevador subiu e não atendeu a sua chamada,
aguarde. É sinal que existe outra chamada em um andar superior.
Os elevadores residenciais são programados para atender as
chamadas dos andares apenas quando estiverem descendo.
· Para subir, acione apenas o botão superior e para
descer, apenas o inferior. Apertar os dois botões indiferentemente
ocasionará viagens e paradas desnecessárias, com prejuízo
para todos.
· Para facilitar o tráfego no interior da cabina,
procure ficar no fundo quando se dirigir a um andar superior, aproximando-se
da porta quando o elevador estiver parado no andar desejado.
· Fique atento à sinalização que informa
a chegada e a direção do elevador, aproximando-se
da porta na hora de embarcar. Este procedimento reduz o tempo de
parada, aumentando a eficiência do sistema.
· Havendo grande fluxo de usuários, a saída
deve sempre preceder à entrada de passageiros.
· Se faltar energia elétrica não se afobe.
Não tente sair do elevador sozinho e tenha muito cuidado
com a ajuda de outras pessoas. Aguarde a rápida intervenção
da Assistência Técnica, que dá prioridade para
esses casos. Só assim a operação será
inteiramente segura.
· Para resolver qualquer dúvida ou problema, consulte
apenas a Assistência Técnica. Serviços e adaptações
não autorizadas podem comprometer seriamente a segurança,
a qualidade e o funcionamento do equipamento.
3.22.3.4 Cuidados dos Ascensoristas
· Não abandone
o elevador possibilitando que ele seja operado por pessoas não
capacitadas.
· Controle a lotação da cabina.
· Acione portas com atenção e cuide o nivelamento
da cabina, possibilitando assim, o embarque e desembarque seguro
de passageiros.
· Anote possíveis deficiências no funcionamento
do elevador, encaminhando-as ao profissional responsável
pela manutenção e controle dos elevadores.
· Em caso de paralisação, com passageiros presos,
mantenha a calma, tranqüilize os usuários e tome as
medidas necessárias para um rápido socorro. Aperte
o botão de alarme. Avise a portaria através do intercomunicador.
3.22.3.5 Cuidados dos Porteiros
e Zeladores
· Mantenha a casa de
máquinas permanentemente com lâmpadas e trancadas,
guardando sua chave em local de fácil alcance.
· Providencie para que sempre haja um extintor de incêndio
na casa de máquinas e verifique a periodicidade de recarga.
· Desligue o elevador quando este apresentar alguma irregularidade.
· Informe com rapidez à Assistência Técnica
irregularidades ou paralisações do elevador. Saiba
fornecer dados quanto ao nome e endereço completo do prédio
e os problemas que estão ocorrendo.
· Exija identificação do funcionário
de Assistência Técnica.
· Controle a freqûência e horários das
inspeções e assine os comprovantes das visitas.
· Falhas menores, que não representam riscos ao sistema,
como lâmpadas de sinalização queimadas, botões
quebrados, entre outros, devem também ser encaminhados à
Assistência Técnica, porém não devem
ser consideradas como emergência.
3.22.3.6 Cuidados dos Faxineiros
Limpeza da Cabina
Cuidados regulares contribuem
para manter a aparência e valorizar o elevador. As recomendações
a seguir servem para auxilia-lo a manter o elevador sempre limpo
e agradável.
a) Cabinas em Aço
Inox
Limpeza de Rotina
Os melhores produtos para conservar
o aço inox são a água, o sabão, os detergentes
suaves e neutros diluídos em água morna, aplicados
com pano macio ou uma esponja de nylon. Após a limpeza, retire
o excesso do produto com pano úmido e seque com um pano macio.
Esta secagem é extremamente importante para evitar o aparecimento
de manchas.
Nunca utilize esponja de aço comum na limpeza do aço
inox, pois além de arranhar as partes polidas, ele deixa
partículas que podem provocar manchas. Não utilize
mangueira com água corrente, para evitar acúmulo no
fundo do poço.
Sujeiras e Manchas
Quando a limpeza de rotina
não for suficiente, aplique uma mistura feita de gesso ou
bicarbonato de sódio, dissolvidos em álcool de uso
doméstico até formar uma pasta. Use um pano macio,
bucha de nylon ou uma escova de cerdas macias. Faça-o sempre
de maneira mais suave possível, utilizando passadas longas
e uniformes, no sentido do acabamento, sem esfregar, com movimentos
circulares. Depois, retire o excesso do produto com pano úmido
e seque com um pano macio.
Soluções para
Alguns Problemas mais Comuns
Gorduras e Óleos
Limpe as partes mais grossas com um pano macio ou toalha de papel.
Em seguida passe água morna, detergente ou amônia e
depois siga os procedimentos da limpeza de rotina.
Marcas de Dedos
Remova com um pano macio ou toalha de papel umedecidos em álcool
isopropílico (encontrado em farmácias de manipulação),
ou solvente orgânico (éter, benzina e acetona). Para
diminuir a chance de uma nova ocorrência, aplique um polidor
doméstico à base de cera ou vaselina líquida
sobre a superfície limpa e seca.
Rótulos ou Etiquetas
Descole o máximo que puder. Passe um pano macio com água
morna. Se o adesivo persistir, seque e esfregue suavemente com álcool
ou solvente orgânico. Nunca raspe a superfície do aço
inox com lâminas, espátulas ou abrasivos.
Manchas Persistentes
Estas manchas exigem que se esfregue vigorosamente a superfície
no sentido do acabamento com uma pasta feita com abrasivo doméstico
fino (sapólios), água e ácido cítrico
a 10%, utilizando uma bucha de polimento. O tratamento com ácido
deverá ser sempre de um enxágüe em solução
de amônia ou bicarbonato de sódio e limpeza de rotina.
Esta operação pode comprometer o aspecto visual do
produto, devendo ser empregada apenas em último caso.
Cuidados para Preservar as Características do Aço
Inox
Ácidos e Produtos
Químicos
Ácidos e produtos químicos para piscinas, q-boa, água
sanitária, ácido de bateria, ácido muriático,
removedores de tintas e similares não devem ser utilizados.
Produtos de Limpeza
Polidores e saponáceos abrasivos só devem ser utilizados
em casos extremos.
Enxaguar Bastante
Remover as partículas residuais dos processos de limpeza
é muito importante, pois evita o surgimento de manchas.
Secar
Evite expor o produto à unidade.
Se não tivermos os
cuidados rotineiros e preventivos, o aço inox poderá,
em situações críticas, apresentar oxidação.
b) Cabinas com Pintura Automotiva
Deverá ser limpa somente
com sabão ou detergente (suaves e neutros) e água,
utilizando esponja ou pano macio. Seque bem após a limpeza.
Eventuais manchas devem ser removidas o mais rápido possível,
antes de se tornarem permanentes.
Para aumentar o brilho, pode ser utilizada cera de polir, da mesma
forma que em carros.
Importante: muitos agentes de limpeza podem ser venenosos ou
inflamáveis, e seu uso impróprio pode causar danos
à cabina. Portanto, não use solventes voláteis,
como acetona, branqueadores, água-de-lavanderia ou agentes
redutores.
c) Cabinas com Pintura Eletrostática
Texturizada
Podem ser limpas com água
(mesmo fervente), detergente doméstico sem abrasivos ou álcool
etílico. Evite contato com thinner, acetona e outros solventes
oxigenados.
3.22.4 Em Casos de Emergência
Uma manutenção
de qualidade, Assistência Técnica confiável,
o uso correto do elevador, bem como cuidados com a limpeza, conservação
da cabina e pavimentos, são fatores fundamentais para se
garantir a segurança do transporte em elevadores e o prolongamento
da vida útil do equipamento. Mesmo assim, situações
de emergência podem ocorrer. Saiba o que fazer:
3.22.4.1 Falta de Energia
Elétrica ou Parada Ocasional do Elevador com Passageiro Retido
na Cabina
· Localize rapidamente
o andar em que se encontra parada a cabina do elevador.
· Contate com o passageiro e procure tranqüiliza-lo,
informando que a cabina do elevador é um lugar seguro e com
ventilação natural.
· Caso a parada do elevador tenha sido ocasionada pela falta
de energia elétrica, solicite ao passageiro que aguarde alguns
minutos, pois com o restabelecimento da energia, o elevador voltará
a funcionar.
· Diga ao passageiro para não tentar sair da cabina
e que as providências necessárias para sua liberação
estão sendo tomadas.
· Enquanto você toma providências, outra pessoa
se possível, deve continuar conversando e tranqüilizando
o passageiro.
· Independente do horário, ligue para a Assistência
Técnica, informe que se trata de emergência com passageiro
retido na cabina e procure saber em quanto tempo o atendimento será
realizado.
· Volte a conversar com o passageiro, informando que a Assistência
Técnica já está a caminho.
· Em caso de situação grave ou fora de controle,
acione também o corpo de bombeiros.
3.22.4.2 Chave de Emergência
Consulte a Assistência
Técnica sobre o fornecimento da chave de emergência,
pois esta somente poderá ser utilizada de acordo com procedimentos
de segurança.
3.22.4.3 Colaboração
Sua colaboração
em seguir estas instruções é fator importante
para a segurança dos usuários. Em caso de dúvidas,
consulte a Assistência Técnica.
3.22.4.4 Em Caso de Incêndio
Os elevadores não
devem ser utilizados em caso de incêndio!
· Traga imediatamente
todos os elevadores para o primeiro piso e desligue-os. Se o incêndio
ocorrer neste piso, paralise os elevadores no piso superior mais
conveniente. Se o seu elevador possui dispositivo de bombeiro, acione-o
de imediato.
· Se o incêndio estiver ocorrendo na casa de máquinas,
as chaves gerais devem ser desligadas.
· Não use os elevadores para ter acesso à casa
de máquinas.
· Utilize o extintor de incêndio que deve estar instalado
na casa de máquinas.
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3.23 Bombas Hidráulicas
· O edifício
é entregue com quatro bombas: duas de recalque e duas de
drenagem, que deverão ser periodicamente vistoriadas.
· Sempre uma de cada bomba estará em uso, a outra
está de reserva.
· É aconselhável a troca a cada seis meses
do uso da bomba, ou seja, a que está em funcionamento vai
para a reserva e vice-versa. Faça manutenção
e limpeza constantes em cada uma afim de que sempre estejam prontas
para o funcionamento.
· As bombas de drenagem funcionam automaticamente por bóia,
e esta deve ser verificada e reparada se necessário.
· O mesmo acontece com as bombas de recalque.
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3.24 Reservatórios de Água Potável
· O edifício
é entregue com 02 reservatórios de água potável
sendo eles: caixa inferior e caixa superior.
· Como todos sabem as caixas d'água (tanto a superior
quanto a inferior), armazenam a água que bebemos e utilizamos
para higiene pessoal. Segundo as recomendações dos
órgãos sanitários e da própria Sabesp,
tais locais devem ser limpos e desinfetados no máximo a cada
06 meses, porém, são poucos os comdomínios
que fazem isso com freqüência. O condomínio deve
seguir tal recomendação à risca, pois dela
depende a saúde de todos que habilitarem o edifício.
· Além da limpeza periódica recomenda-se também
que, no máximo a cada 02 anos, se vistorie e verifique a
situação de impermeabilidade das caixas. Destacamos
aqui que, o cloro utilizado para desinfecção da água,
bem como o atrito da mesma contra as paredes das caixas, vão
agredindo e removendo as camadas impermeabilizantes e posteriormente,
atacando o concreto e ferragens. É relativamente comum encontrarmos
edifícios (alguns deles até com poucos anos de uso),
com caixas sem mais nenhuma camada protetora e, em vários
casos, já com elevado grau de desgaste do concreto e exposição
da ferragem de sustentação. Nesses casos, o que poderia
ter tido soluções mais baratas com uma manutenção
preventiva, poderá acabar exigindo intervenções
mais expressivas e onerosas.
· A limpeza deve ser feita esvaziando os mesmos em dias alternados
e com comunicação ao condomínio. As unidades,
durante a limpeza, deverão ter todos os registros de alimentação
fechados. A limpeza é feita por empresa especializada. É
interessante que algum responsável pelo condomínio
vistorie os reservatórios secos a procura de falhas na impermeabilização,
rachaduras no concreto e ferragens expostas. Caso isso ocorra, imediatamente
providencie os reparos.
· Mantenha sempre os reservatórios tampados e com
cadeado.
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3.25 Reservatórios para Águas de Drenagem
· Normalmente os prédios
têm 01 reservatório para captação de
águas de drenagem estando este localizado abaixo do piso,
no sub-solo.
· Apesar da água deste reservatório não
ser utilizada para o consumo, o mesmo também deve ser periodicamente
vistoriado e desinfetado para que se evite a proliferação
de pragas e insetos.
· Caso haja deposição de areia proveniente
de captação das águas ou detritos, os mesmos
devem ser retirados a fim de se evitar que atinjam as tubulações
e bombas.
· Também no máximo a cada 02 anos é
aconselhável uma vistoria mais detalhada quanto ao estado
de impermeabilidade e o surgimento de trincas ou exposição
de ferragens. É recomendável a reposição
das camadas de impermeabilizantes que foram retiradas com o tempo.
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3.26 Caixas de Gordura, Esgoto e Águas Pluviais
· As caixas de gordura
deverão ser limpas e desinfetadas a cada quatro meses por
empresa especializada. A não manutenção das
caixas ocasionará em entupimento da rede de esgoto e a proliferação
de insetos.
· Caso ocorra entupimento, contratar empresa especializada
para realizar o serviço. Não tente desentupir com
barras de ferro e madeira, que poderão ocasionar quebra da
tubulação.
· Evite que folhas, papéis e plásticos permaneçam
próximos a ralos e escoadouros de águas pluviais.
Mantenha-os sempre limpos e desimpedidos.
· Cuidados com grelhas soltas ou quebradas previnem contra
acidentes. Verifique sempre a fixação das mesmas e
evite pisar sobre elas.
· O edifício deverá ser detetizado anualmente.
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3.27 Sistema de Proteção e Combate a Incêndio
· Providenciar visita
anual do corpo de bombeiros para fiscalização do sistema
de combate ao fogo.
· Os registros situados no barrilete da tubulação
dos hidrantes deverão sempre estar abertos, independente
de qualquer situação.
· As mangueiras deverão periodicamente ser banhada
com talco para evitar ressecamento e trincas.
· Os registros dos hidrantes de cada pavimento deverão
ser abertos e lubrificados mensalmente com vaselina para evitar
corrosão.
· Verifique sempre a quantidade de carga em todos os extintores
do edifício, trocando-os sempre que necessário. Uma
recarga anual é obrigatória.
· Os empregados do edifício deverão ser treinados
pelo corpo de bombeiros, assim como alguns moradores, montando uma
brigada de incêndio permanente.
· Verificar sempre o registro de recalque na calçada
do edifício, lubrificando-o mensalmente.
· As portas corta-fogo foram testadas e é normal que
após sua abertura elas batam. A ABNT prevê que isso
ocorra. Lubrifique sempre as dobradiças de ferro e nunca
deixe pontos de ferrugem alastrarem.
· Mantenha sempre a escadaria de emergência livre e
limpa, não utilizando produtos que deixe o piso derrapante.
Água e sabão bastam para a limpeza. Nunca use cera
ou vernizes.
· Utilize sempre os corrimãos para subir e descer
a escadaria.
· Verifique o nível de carregamento das baterias da
iluminação de emergência e o estado das lâmpadas
do sistema.
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3.28 Sistema Central de Gás
3.28.1 Descrição
do Sistema
A Instalação
de gás é constituída de prumadas, ramais e
pontos de alimentação. Sua unidade possui ponto de
alimentação na cozinha (fogão).
O sistema de fornecimento é o de gás liquefeito de
petróleo - GLP, armazenado em cilindros localizados em área
comum do edifício (geralmente no térreo), sendo seu
fornecimento efetuado por concessionária contratada pelo
condomínio.
Nota Importante 1: As construtoras e incorporadoras costumam
entregar os prédios já com o contrato de fornecimento
de gás em andamento e recomendam que o mesmo seja mantido
e sempre renovado pelo condomínio quando de seu término.
Nota Importante 2: Os tanques de armazenamento bem como outros
equipamentos instalados na central de gás (medidores, válvulas,
etc.) costumam ser fornecidos pela concessionária através
de comodato, devendo a manutenção preventiva ou corretiva
desses equipamentos serem efetuados somente pela Assistência
Técnica do fornecedor.
3.28.2 Prazos de Garantia
Material:
De acordo com o fabricante.
Serviço:
Vedação das junções - 1 ano
3.28.3 Cuidados de Uso e
Manutenção Preventiva
· Não permita
que crianças brinquem próximo à bateria de
botijões de gás, nem pessoas fumando ou manuseando
material inflamável.
· Mantenha sempre a porta do compartimento de gás
fechada e trancada. As chaves devem permanecer com o zelador.
· Ninguém, fora o zelador, deverá ter acesso
aos registros de troca ou recarga dos botijões.
· Quando da instalação de seu fogão,
procure técnico habilitado e utilize sempre as peças
recomendadas pelo fabricante.
· Feche sempre o registro de gás no seu apartamento,
quando o fogão não estiver em uso.
· Comunique, em caso de vazamento, imediatamente, o corpo
de bombeiros e desligue todos os equipamentos elétricos e
luzes, abra todas as janelas e portas e deixe ventilar. Procure,
também, a empresa responsável pela instalação
do sistema.
· Quando da troca dos botijões poderá haver
entrada de ar na tubulação, e, por isso, uma pequena
demora no retorno do gás poderá ocorrer.
· Qualquer problema em relação à tubulação
e fornecimento de gás, procurar a empresa responsável
pela instalação do sistema.
· Nunca teste ou procure vazamentos num equipamento a gás
utilizando fósforo ou qualquer outro material inflamável.
Recomenda-se, para isso, o uso de espuma de sabão ou sabonete.
É recomendável, também, a instalação
de um detector eletrônico de vazamento de gás junto
aos aparelhos;
· Os ambientes onde se situam aparelhos a gás devem
permanecer ventilados para que o gás e os pontos de combustão
se dispersem. As explosões ocorrem pelo acúmulo de
gás em determinado local. NUNCA bloqueie a ventilação;
· Se algum morador sentir, em sua unidade, cheiro de gás,
deverá preliminarmente verificar se todos os registros dos
aparelhos a gás estão fechados. Em seguida, verificar
se o odor provém de fora. Persistindo o cheiro, notificar
imediatamente ao zelador que se comunicará com a concessionária;
· Leia com atenção os manuais que acompanham
os aparelhos que funcionam a gás;
· Para execução de qualquer serviço
de manutenção ou de instalação de equipamentos,
sirva-se de empresas especializadas ou profissionais habilitados,
utilize materiais (flexíveis, conexões, etc.) adequados;
· Verifique periodicamente os equipamentos (fogão,
aquecedor), conforme orientação do fabricante.
3.28.4 Perda da Garantia
· Se for verificada
a instalação inadequada de equipamentos (equipamentos
diferentes dos especificados em projeto);
· Se for verificado que a pressão utilizada está
fora da especificada em projeto;
· Se não forem tomados os cuidados de uso ou não
for feita a manutenção preventiva necessária.
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3.29 Minuteira, Pára-Raio, Telefonia, Portões e
Interfone
· Qualquer problema
na minuteria, contatar a assistência técnica responsável
pela sua instalação. Não deixe que curiosos
modifiquem o sistema.
· Executar limpeza semestral do pára-raio, haste tipo
FRANKLIN, para livrá-la do zinabre.
· Verificar aterramento com eletricista especializado, e
certificar-se que a resistência da tomada do terra seja inferior
a 5 ohms.
· Verificar também a cordoalha condutora, sua fixação
e evitar contato com a superfície do edifício.
· Nunca permita a instalação de antenas parabólicas,
antenas coletivas ou quaisquer outros equipamentos acima do nível
do pára-raio.
· Problemas com telefonia procure verificar se não
são provenientes do aparelho ou alguma ligação
solta antes de procurar um técnico ou a concessionária,
pois, na maioria dos casos, são de fácil solução.
· Os pontos telefônicos estão aptos a receber
os aparelhos, cabendo ao comprador pedir a ligação
da linha à concessionária local.
· Os portões já foram automatizados, com motores,
que devem ser constantemente verificados e mantidos. Quando houver
quaisquer problemas com o equipamento, procurar preferencialmente
a assistência técnica do fabricante. Não permita
que curiosos mexam nos motores. Lubrifique sempre os trilhos e cabos
dos portões.
· Os interfones já foram testados. Quaisquer problemas
que venham a ocorrer procure preferencialmente a empresa responsável
pelo serviço ou a assistência técnica do próprio
fabricante do equipamento.
· Nota Importante: As manutenções da
minuteria, pára-raio, interfones e portões automatizados
devem ser feitas sempre por assistência técnica especializada.
Tais equipamentos devem ser periodicamente vistoriados a fim de
se detectar pequenos problemas ou desajustes e corrigí-los
antes que se agravem. Para tanto, faz-se necessário não
apenas uma manutenção corretiva (após o surgimento
da falha ou quebra), mas, e principalmente, uma boa manutenção
preventiva. Existem várias empresas que prestam tais
serviços através de contrato de manutenção
permanente, com visitas e vistorias mensais, tenham ou não
ocorrido problemas com os equipamentos. Recomendamos que o condomínio
adote tal procedimento, pois as manutenções preventivas
são a única forma de aumentar a vida útil dos
sistemas e evitar danos mais graves e onerosos. Recomendamos ainda
que, preferencialmente, sejam contratadas as empresas que forneceram
e/ou instalaram tais sistemas, pois as mesmas já conhecem
os produtos e costumam ter acesso e assistência do fabricante.
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3.30 Antena Coletiva e TV a Cabo
· O sistema de antena
coletiva deverá sempre estar em perfeitas condições,
chamando um técnico para realizar sua manutenção.
· O sistema de Tv a Cabo é mantido e vistoriado pela
própria empresa que presta tal serviço.
· As ligações dos cabos nos aparelhos devem
ser feitas com conectores próprios para tal fim, devendo-se
evitar ligações improvisadas que possam prejudicar
a qualidade da transmissão.
· No caso de instalação de vários aparelhos
de TV deve-se consultar um técnico para verificar a possível
necessidade de instalação de amplificadores de sinal.
· Nota Importante: As manutenções da
antena coletiva e sistema de TV a Cabo devem ser feitas sempre por
assistência especializada. Tais equipamentos devem ser periodicamente
vistoriados a fim de se detectar pequenos problemas ou desajustes
e corrigí-los antes que se agravem. Para tanto, faz-se necessário
não apenas uma manutenção corretiva (após
o surgimento da falha ou quebra), mas, e principalmente, uma boa
manutenção preventiva. Existem várias
empresas que prestam tais serviços através de contrato
de manutenção permanente, com visitas e vistorias
mensais, tenham ou não ocorrido problemas com os equipamentos.
Recomendamos que o condomínio adote tal procedimento, pois
as manutenções preventivas são a única
forma de aumentar a vida útil dos sistemas e evitar danos
mais graves e onerosos. Recomendamos ainda que, preferencialmente,
sejam contratadas as empresas que forneceram e/ou instalaram tais
sistemas, pois as mesmas já conhecem os produtos e costumam
ter acesso e assistência do fabricante.
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3.31 Telhado
· Nunca deixe ninguém
subir ao ático e acessar ao telhado. Há riscos de
acidentes graves.
· Não pise ou trânsite em área de telhado.
· Em caso de destelhamento por vento forte, substitua as
telhas danificadas imediatamente.
· A limpeza das calhas deve ser mensal, desobstruindo a descida
das águas pluviais.
· Sempre que houver tempestades fortes, vistorie logo após
toda a área de telhado.
· Verifique se os parafusos de fixação estão
calafetados com massa plástica.Caso tenha algum desprotegido,
proceda a sua aplicação imediatamente.
· Em caso de lajes de cobertura impermeabilizadas (sem cobertura
de telhas), evite andar nas mesmas e em hipótese alguma permita
perfurações que possam afetar a impermeabilização.
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LEAL PORTO
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